A otosclerose ou otospongiose é uma doença de origem hereditária que acomete os ossos do ouvido (ossículos e cóclea) e ocasiona o crescimento anormal de tecido fibroso.
Essa quantidade extra de tecido acaba gerando a fixação de um ossículo chamado estribo na entrada da cóclea, o que impede a movimentação que conduz o do som da orelha média para a orelha interna e ocasiona uma redução na capacidade de ouvir e interpretar os sons ao redor.

A perda auditiva causada pela Otosclerose

A perda auditiva ocasionada pela otosclerose é evolutiva e em sua grande maioria atinge ambas as orelhas. Em geral a perda auditiva é em decorrência da fixação que impede a movimentação dos ossículos, não transmitindo o som para a orelha interna e cérebro.
A doença pode acometer também a cóclea e o labirinto, levando a uma perda neurossensorial.

Diagnóstico e tratamento da Otosclerose

A otosclerose apresenta início precoce, em torno dos 20 a 30 anos de idade, tendo prevalência maior em mulheres do que em homens.
O diagnóstico e tratamento da otosclerose é realizado por meio de exames com médico otorrinolaringologista e fonoaudiólogo.
O aparelho auditivo é um grande aliado para os pacientes com dificuldade para ouvir, pois permite a amplificação sonora adequada para cada indivíduo propiciando melhora na qualidade auditiva e de vida.

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Sobre a autora:

 

Divandra A. Busatto

Fonoaudióloga

CRFª: 3-11652

 

 

Digsom Aparelhos Auditivos

 

REFERÊNCIAS

PEREIRA, Gonçalo Manuel Nunes Gomes. Otosclerose: Etiologia, Histologia e Fisiopatologia. 2011.
TESTA, José Ricardo Gurgel et al. resultados de estapedotomias. Rev Bras Otorrinolaringol, v. 68, n. 2, p. 251-3, 2002.